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Prêmio de tradução seleciona Clarice Lispector
A tradução para o inglês do livro Um Sopro de Vida (Pulsações), de Clarice Lispector, feita por Johnny Lorenz, está entre os finalistas do prêmio Best Translated Book Award 2013, promovido pela Universidade de Rochester, de Nova York, nos Estados Unidos. A obra tem como título A Breath of Life: Pulsations. Os vencedores da premiação serão anunciados em 4 de maio, em uma cerimônia em Nova York. O tradutor e o autor ganharão, ambos, US$ 5 mil. Os indicados para a categoria poesia serão conhecidos em 10 de abril. Na longa lista de títulos finalistas em ficção está ainda o livro The Map and the Territory, do francês Michel Houellebecq, traduzido por Gavin Bowd.
Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/cadernog/conteudo.phtml?tl=1&id=1351162&tit=Premio-de-traducao-seleciona-Clarice-Lispector
Obra rara de Tolstói ganha tradução direta para português
Pouco conhecida entre as obras de Tolstói, “Os Cossacos” goza de grande reputação entre seus leitores. Um dos entusiastas, Ivan Búnin, que venceu o Nobel em 1933, referia-se ao romance como “um dos mais belos da língua russa”. Esgotado por aqui fazia décadas, ganha pela primeira vez tradução direta do russo, tarefa a que se dedicou a russa radicada no Brasil Klara Gourianova, numa edição do selo Amarilys, da Manole, casa editorial paulistana que deve ampliar seu catálogo de russos.
Mais informa;’oes seguindo o link? http://gazetarussa.com.br/arte/2013/03/01/obra_rara_de_tolstoi_ganha_traducao_direta_para_portugues_17879.html
Editora chinesa lança tradução inédita de Pessoa
Um autor universal
As primeiras traduções para a língua chinesa de parte da obra de Fernando Pessoa foram realizadas na década de 1980, em Macau, com a publicação do livro “Mensagem” e uma antologia de poemas do autor português.
Fonte: http://boasnoticias.clix.pt/noticias_Editora-chinesa-lan%C3%A7a-tradu%C3%A7%C3%A3o-in%C3%A9dita-de-Pessoa_14644.html
Tradução completa da coletiva de imprensa do Super Bowl
Beyoncé compareceu à coletiva de imprensa para o Super Bowl e falou sobre a apresentação, boatos de playback, seu novo filme e vida pessoal. Confira o vídeo e a tradução completa seguindo o link:
http://www.dihitt.com.br/barra/confira-traducao-completa-da-coletiva-de-imprensa-do-super-bowl
Tradutor Paulo Rónai é redescoberto pelo mercado editorial
Faz todo o sentido que o tradutor húngaro-brasileiro Paulo Rónai (1907-1992) termine seu livro A tradução vivida com um capítulo sobre o exaustivo trabalho que realizou para a Editora Globo, ainda em Porto Alegre, coordenando as edições de A Comédia Humana, de Honoré de Balzac (1799-1850). A Comédia, em 17 volumes, e A tradução marcam profundamente a vida literária de Rónai: o primeiro, porque o esforço de organizar mais de 20 tradutores que verteram ao português 89 romances lhe tomou nove anos – e talvez seja este seu empreendimento mais conhecido; o segundo, porque é um compêndio com a essência do conhecimento tradutório, aquilo que ele precisou de uma vida para construir. Há muito fora de catálogo, as recentes edições desses trabalhos são parte de uma espécie de retomada da obra daquele que pode ser considerado nosso maior especialista em tradução. O mercado editorial redescobriu Rónai.
Dele, além de A tradução vivida, há chances de se reler agora Escola de Tradutores, em que discorre ao longo de 21 textos sobre os meandros e particularidades de seu ofício. Em 2013, chega às prateleiras, também pela José Olympio Editora, Pois é, livro com 43 ensaios em que pesam reflexões sobre a língua, e Como aprendi o português e outras aventuras, com o carimbo da Casa da Palavra. Previstos pela Nova Fronteira também para este ano, os 10 volumes de Mar de histórias, coletânea de contos universais cuja edição coordenou com o dicionarista e amigo Aurélio Buarque de Holanda, é outra dessas grandes investidas livrescas que tomaram anos e resultaram em livro basilar no Brasil.
Curioso por se tratar de professor que, embora escrevendo e traduzindo para português, forjou-se em outro idioma materno. Rónai nasceu em Budapeste e veio fugido dos nazistas em 1941, com ajuda de um diplomata brasileiro que conheceu por suas disposições antigas em aprender a língua portuguesa. Só aqui pôde descobrir todas as implicações sociais e linguísticas da palavra “morro”, por exemplo. Idiomas, sabia muitos outros: alemão, francês, italiano, espanhol, latim. Sua importância é total para os estudos de tradução no País – e também no âmbito político ao fundar a Associação Brasileira de Tradutores em 1974.
“Ao reunir em Escola de Tradutores e A tradução vivida seus textos ensaísticos, Rónai introduziu no Brasil o conceito de que a tradução literária – e outras, como a técnica e a científica – era algo que merecia não somente consideração, como minucioso acompanhamento e discussão crítica e teórica”, escreve o crítico Nelson Asher em revista da Universidade de São Paulo (USP) sobre o tema. Enquanto as reflexões acadêmicas sobre a tradução possam se atritar vez em quando com a prática, nesses dois livros, Rónai firma um saber tradutório que não está dissociado do fazer. Dizer que são guias reduziria a amplitude desses trabalhos. Em verdade, são estudos sobre os problemas advindos no ato de traduzir. E, para ele, traduzir era “a maneira ideal de ler e absorver integralmente uma obra-prima”.
Foi assim com A Comédia – que tem, por enquanto, quatro volumes relançados pela Editora Globo. No capítulo dedicado ao tema, em A tradução, ele chamou a tarefa de Operação Balzac. Não somente pelas 12 mil páginas, mas também por características intrínsecas ao texto: o mundo como produto de estudo permanente. Balzac observava e anotava tudo que podia, porque foi justamente essa dinâmica profusa da vida que tentou captar em seus escritos. Dessa forma, personagens fictícios interagem com personalidades reais, figuras que coadjuvam num romance podem ressurgir destacadas em outro. As dificuldades de tradução avultam, e o relato de Rónai se torna um modo de entender o funcionamento de nossa própria língua.
SERVIÇO
Escola de Tradutores
Editora: José Olympio
Autor: Paulo Rónai
Preço médio: R$ 32,00
Páginas: 192
A Tradução Vivida
Editora: José Olympio
Autor: Paulo Rónai
Preço médio: R$ 36,00
Páginas: 256
Fonte: http://www.opovo.com.br/app/opovo/vidaearte/2013/01/28/noticiasjornalvidaearte,2995725/tradutor-paulo-ronai-e-redescoberto-pelo-mercado-editorial.shtml
Sociedade Bíblica do Brasil anuncia revisão na “Almeida Revista e Atualizada”, tradução da Bíblia mais popular no país
A tradução Almeida Revista e Atualizada (ARA), de João Ferreira de Almeida, considerada a mais tradicional tradução do livro sagrado do cristianismo no Brasil, terá seu texto revisado nos próximos anos. O anúncio foi feito pela Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) em sua publicação impressa “A Bíblia no Brasil” deste mês.
As diretrizes das Sociedades Bíblicas Unidas recomendam que a cada 25 anos seja feita uma revisão do texto e, neste ano, a tradução completa 57 anos de existência.
De acordo com a SBB, em 15 de outubro de 2012, foram convidados 30 representantes de 11 diferentes denominações cristãs para analisar a necessidade de uma revisão no texto. No encontro, a maioria dos presentes considerou oportuno o início de uma revisão da tradução, desde que de forma moderada, preservando o estilo de Almeida.
A revisão permitirá correções exegéticas, atualização da língua portuguesa para o português brasileiro, eliminação de arcaísmo ou outras formas pouco encontradas na literatura. Segundo a SBB, o próximo passo do projeto de revisão será formar uma equipe interdenominacional de trabalho, que passará a estudar o texto da ARA para propor modificações, no que virá a ser a 3ª edição da tradução.
- Dependendo do alcance da revisão e do ritmo de trabalho, deve ser possível concluir a revisão num período de três a cinco anos – prevê Vilson Scholz, consultor de tradução da SBB, segundo informações da revista Ultimato.

